Já se passaram 24 anos de sua morte, 24 anos sem Ayrton Senna do Brasil…de um dos maiores ídolos da história de nosso país. Ayrton Senna morreu na curva da Tamburello em Ímola na Itália, no dia 1º de maio de 1994, no dia do trabalho e fazendo a coisa que mais gostava, dar alegrias para todos nós. Ayrton Senna passou direto, a 300 quilômetros por hora, e espatifou-se no muro de concreto, com sua Williams. À 1h40 da tarde, hora do Brasil, um boletim médico do hospital Maggiore de Bolonha, para onde o piloto foi levado de helicóptero, anunciou a morte cerebral de Ayrton Senna. Aos 34 anos, o piloto deixa o Brasil sem seu maior filho, tricampeão mundial de Fórmula 1, 41 vitórias em Grandes Prêmios, 65 pole-positions.
Foi o dia mais triste de todos, nosso ídolo estava indo embora, lá se iam as vitórias em todos os domingos pela manhã, acordar para ver Ayrton, mostrar sua genealidade, sua raça e ainda o respeito de todos que ali estavam, apesar das controversas dos rivais, Senna era exemplo a ser seguido nas pistas.
O seu legado na Fórmula 1, começou no ano de 1.984, quando estreou pela equipe Toleman, terminou a temporada em nono lugar juntamente com Nigel Mansell com 13 pontos o campeão foi Nike Lauda com 72 pontos.
Os títulos vieram com desafios, brigas internas nas equipes contra companheiros que também queriam vencer, mas Ayrton era o nome da categoria, o cara a ser respeitado, tudo que ele falava era levado a sério pela FIA. Seu primeiro título veio em Suzuka, no Japão em 1.988, com um chassi e motor do MP4/4 e dois pilotos brigando pelo título Ayrton Senna e Alain Prost, um tinha estratégia e consistência o Francês, já o Brasileiro era impulsivo e corria pelas vitórias.
O bi-campeonato veio em 1.989, com muitos conflitos dentro da equipe McLaren e o título veio novamente em Suzuka no Japão.
O terceiro título de Ayrton Senna veio em 1.991, contra a poderosa Williams, mas a McLaren tinha o seu piloto diferenciado, outra vez título comemorado no Japão.
Senna e Brasil era uma química perfeita, mesmo com problemas que o país vivia, com crises econômicas e políticas, os brasileiros sempre se orgulhavam pelo ídolo que o tinham, pois levava a bandeira de seu país para todo o mundo.
Correndo em seu país, Senna venceu no dia 28 de março de 1993, e entrou para a história do automobilismo. A corrida naquele dia foi emocionante e dramática ao mesmo tempo, pois choveu muito e os concorrentes eram Alain Prost e Damon Hill, pela equipe Williams.
Senna usava naquele ano uma McLaren MP4-8 com motor Ford e muito melhor que o do ano anterior, que era da Honda.
Aquele GP do Brasil, marcou o primeiro de Rubens Barrichello correndo em casa, então pilotando a Jordan. Outro brasileiro no Grid foi Christian Fittipaldi que fazia seu segundo ano na categoria, pela Minardi.
A corrida foi tão espetacular, que a torcida no final da prova invadiu a pista, para comemorar com Ayrton Senna, coisa que hoje em dia vai ser muito difícil ver por qualquer canto do automobilismo mundial.
Depois de Ayrton a Fórmula 1, passou por várias mudanças, mas para os brasileiros, nunca mais o domingo de manhã foi o mesmo, e as lembrança das conquistas, dos duelos dentro e fora das pistas. Onde Ayrton estiver o Brasil sempre te lembrará pela forma e atitude que você levava o nome de nosso país para outros lugares. Hoje em dia o Brasil, não tem nenhum piloto na categoria, primeira vez nos últimos tempos.
Fora dos padrões, Unidos da Tijuca fez tributo a Ayrton Senna
Em 2014, vinte anos após a morte de Ayrton Senna, o piloto brasileiro tricampeão mundial de Fórmula 1 foi enredo da Unidos da Tijuca, 12ª e última escola a desfilar na Sapucaí no carnaval de 2014 no Rio de Janeiro. Desta vez, o gênio inventivo do carnavalesco Paulo Barros não causou nenhuma grande surpresa. A comissão de frente, por exemplo, embora tenha levado até uma réplica de um carro de Fórmula 1, não chegou a empolgar o público. Porem foi a grande vencedora do Carnaval do Rio de Janeiro de 2014.




